Por Hugo Studart
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Quando plantamos couve, queremos colher couve. Assim, cuidamos delas. Mas as vezes acordamos e… o bicho comeu. Ou a chuva levou. Ainda, o mato sufocou. Há também as boas surpresas. Nascem flores no lugar das couves. Ou cresce um belo jatobá em nosso canteiro. O mais sensato é mudar nossos planos, de couves para flores, ou para jatobás. Podemos plantar nossa História de vida nesta breve passagem pela Terra? Sim, em geral colhemos exatamente o que plantamos. Mas temos que compreender que não podemos plantar nosso Destino, mas apenas aceitar com sabedoria e serenidade o que já está escrito.

Esta mensagem é para meu filho

Bruno Benitz, que ontem fez 39 anos. E para todos nós, também.
Paz e Bem