Relatos:
Parecer do professor Bolívar Lamounier, que está lendo o livro: “Studart é o acontecimento luminoso deste ano escuro”
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Observações de filha de guerrilheiro do Araguaia:
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“Estou começando a ler o livro. É um deleite! Obrigada por escrevê-lo e dividi-lo conosco “Parecer Octavio Cesar Ramos, que já leu: “Hugo eu li seu livro e tenho como único desse gênero. Temos uma visão de realidade e fatos narrados que constituem um novo registro histórico. Não há aqui interesses políticos e ideológicos, mas registros interessantes, aferidos em pesquisa científica, que deságua em um prisma nunca percorrido”.
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Novo parecer-crítico do jornalista (e velho militante comunista) Mario Nelson Duarte, que está relendo:
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“Para não parecer demasiadamente apreciador, faço uma crítica concreta, objetiva e definitiva à obra: chamar os veículos marítimos da Baía da Guanabara de “BALSAS” é um acinte aos cariocas. Desde os tempos da Velha Cantareira, são “BARCAS”. Já houve balsas ligando Rio a Niterói, mas isso foi antes da ponte. Elas basicamente transportavam automóveis”.
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Observação do sábio jornalista Adhemar Altieri , que ainda não leu mas vai ler:
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“Dizem que pensam porque, frequentemente, é difícil acreditar que de fato acreditam no que dizem”
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Gratíssimo pelos relatos.
Hugo Studart