Quando o PCdoB me acusou de comandar um rendez-vous de direita militantes de direita”.

É um surto de agressões contra o autor e os amigos que ousam se manifestar, tratados por “séquito” e “otários”. Destaco:

“Na verdade, esse é o protótipo do militante de direita dos dias atuais. Ele se coloca acima dos extremos, à direita e à esquerda, e nessa condição extremista impõe suas regras, que julga serem incontestáveis. É o pensamento totalitário, que tangencia com o fascismo, formado pela ideologia da Casa Grande e que adquire um verniz de “modernidade” para maquiar o bolor das cores do século XIX. Compareceram, entre eles, até dois que se apresentam como atuantes do campo progressista — Moacyr Oliveira Filho e Luiz Fernando Emediato —, que ajudaram a adicionar tempero à panela de Studart”.

“Agem como aqueles vendedores de produtos de péssima qualidade conhecidos nas farmácias por BO (bom para otário), feitos para abastecer a “empurroterapia” e enfiar goela abaixo dos brasileiros grosseiras falsificações — como se fôssemos um país de bocas-abertas. Eles acham que o povo não sabe e não pode pensar. O bom mesmo, segundo seu cínico evangelho, é mantê-lo na obscuridade para colher o resultado da manipulação na forma de lucros e projeção social, como o antipetismo e, no caso do livro de Studart, o anticomunismo. É a famosa indústria da maracutaia”

PS – O primeiro manifesto tinha 17 páginas e 24 xingamentos. Até agora, 17 manifestos depois, não foi apontado nenhum erro histórico do livro.
Ops, teve um: que eu teria cometido o “erro primário” de chamar de “baiano” o comandante da guerrilha, Mauricio Grabois. Na verdade, eu deveria saber que ele é paulista, com certidão de nascimento emitida na Bahia.

(Compartilhando texto da época do lançamento do livro. Mas ainda atual. Das lembranças do Facebook).