Por

Mario Nelson Duarte
Aprendi a pensar, menino ainda, nas reuniões da Sociedade Teosófica, no Rio de Janeiro
Ainda estava no primário e já acompanhava Ulisses Riedel (essa você não sabia, Hugo Studart) nos debates e nas palestras, que traziam desde o positivismo de Ivan Galvão até o catolicismo liberal do meu primeiro padrinho, Aleixo, e o esoterismo das lições de Besant e Blavatski. Mas, o que pesava, acima de tudo, para mim, era o lema: “não há religião superior à verdade.”
Ou seja, ninguém é dono ou fonte exclusiva do saber e/ou da fé.
Nem da política. Nem da filosofia. Porque os contextos e os conceitos mudam (nem sempre para melhor – mas todo retrocesso é apenas um passo atrás, que a própria dinâmica evolutiva se encarregará de corrigir).
Mas sempre há lições nas vitórias e, principalmente, nas derrotas. Nos acertos e, principalmente, nos erros.
Boa semana a todos.