Por Hugo Studart

Cada um de nós nasce com um propósito, uma missão distinta. Um Destino, como definiam os gregos. Então atravessamos a vida navegando sobre essa História pessoal a ser cumprida. Obviamente apenas as coordenadas gerais nos são traçadas; o restante, é livre arbítrio.

E nosso barco vai singrando… Por vezes ancora em um porto para reabastecimento, reflexão, para planejar a próxima rota de navegação. Por vezes, enfrenta tempestades em mar aberto. Cuidado, pois que pode naufragar. Ou a calmaria que leva nosso barco a ficar parado no meio do oceano imenso. Cuidado, pode levar ao desespero, como agora, nesse isolamento social.

Também temos âncoras e lastros que impedem o Barco do Destino de fluir. Uma delas é a culpa. É horrível, pois nos acusamos, julgamos, condenamos e apenamos, retirando de nós o que temos de mais precioso — geralmente sem ter consciência de nada.

Outro lastro, igualmente terrível, é a mágoa. Pois transferimos para o Outro nosso eixo de equilíbrio.

E os medos? Por vezes nos paralisam por completo, outras, apenas nos atrasam na caminhada e nas janelas de oportunidade que o Destino nos concede.

Há medos conhecidos, fobias, que nesses tempos da peste roubou a alma de muitos de nós. E há os medos do desconhecido, sobre os quais sequer temos consciência, heranças da infância, inconscientes, mesmo de outras vidas.

Podemos até seguir com esses lastros. Mas é melhor nos livrarmos deles o quanto antes para prosseguir cumprindo nosso Destino. Ou nosso Livre Arbítrio.

Há muitas abordagens terapêuticas para exorcizar lastros limitantes. Desde religião e magias, passando por Freud e sucessores, até às abordagens holísticas desta pós modernidade que ora nos encobre.

Eu, pessoalmente, já provei de muitas delas. Mas sem dúvida a que apresentou melhores e mais rápidos resultados foram os florais. Bach, Califórnia, florais de Minas… São milhares de flores já pesquisadas em todo o mundo. Em geral, para cada semana tomando uma essência, resgata-se 1 ano de problema, numa relação de 1 para 50.

Me trato com florais desde 1993 ou 94. Obviamente vez por outra preciso de outras abordagens para levantar lastros emocionais ou levar o Barco da Vida a singrar melhor, sejam em tempestades, ou em calmarias.

Neste momento, por exemplo, minha alma vem pedindo um confessor. Já peguei indicação de três padres, sendo que um deles orienta a genuflexao no Mosteiro de São Bento de Brasília. Contudo, há mais de um ano venho protelando esse momento de humilde conversa com o Criador.

Um dia a hora vai chegar Até chegar a hora, vamos singrando por nosso Destino.