Por Hugo Studart
O Jardim está lá, sempre esteve e estará. Nós é que saímos dele. E toda a caminhada do Ser é para o retorno ao Jardim da Criação.
O primeiro passo é nos livrarmos da malícia e do julgamento sobre o Bem e o Mal. É o retorno à inocência, não como ingenuidade, mas como simplicidade, como nudez da alma, é o coração aberto que nos despe da mentira para buscar a essência.
Porque nos Jardins não há frutos bons e maus, pois tudo o que há é criação do Divino. Tudo é vivência, mesmo as dores e os obstáculos, são apenas forjas para evoluirmos.
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É preciso compreender que o que há são frutos verdes, frutos maduros ou já passados. A sabedoria, como ensina o Eclesiastes, é discernir sobre a hora certa de cada coisa, sobretudo o tempo de colher.
(Fragmentos de diálogos com Gladis G’nata Studart